Próximos passos do ecommerce

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Como é de conhecimento no mercado, o ecommerce cada vez mais cresce e se expande pelo Brasil.  Mais varejistas começam a investir a ter uma loja virtual além da física por ver o retorno e a tendência de consumo das pessoas em optar por algo rápido e de fácil acesso, e a internet fornece isso a eles em todos os âmbitos, além de compras.

Um futuro, que já pode ser considerado do ecommerce, é o mobile commerce. Nos EUA as compras feitas através de um celular já estão em primeiro lugar e no Brasil não será diferente, é cada vez mais claro a tela de um smartphone ser tornar a primeira para uma venda.

Temos também o social commerce, que algumas marcas já vem aderindo esta ideia de ter uma loja virtual em seu perfil de Facebook, onde no próprio face existe uma vitrine e com um clique você pode ser direcionado a loja virtual e efetuar seu pagamento. Na mesma necessidade, a Instaby vem com sua ferramenta para o Instagram, uma rede social que o principal produto são fotos e isso por sua vez chama e atrai mais o consumidor e desperta o desejo em ter aquela peça da foto. Porém, diferente do face, não e possível ter um link em cada foto, logo neste ponto entra a Instaby e cria uma vitrine virtual do que consta no seu Instagram vinculado a loja e de fácil acesso por um link na bio.

Uma outra tendência que ainda está começando é a de T-commerce ou television commerce, onde pela TV acessar dados sobre as celebridades que estão passando e até mesmo comprar pelo controle. Por exemplo, se está passando um programa onde é anunciado uma roupa ou um eletroeletrônico, será possível comprar pelo clique do seu controle. Ainda há algumas barreiras como grande parte da população ainda não ter banda larga e digital mas é algo que grandes empresas de software já estão pensando e colocando em seu planejamento.

Há também, os sites de compras coletivas que tiveram seu ápice algum tempo atrás e, lojas virtuais privadas que são casos de queima de estoque, liquidações onde apenas alguns consumidores são convidados a participar e comprar. Essa prática ainda não é comum no Brasil, mas há casos de lojas no EUA.  Todavia, desde marcas pequenas ou grandes já consolidadas no mercado tem que usufruir de um destes modelos e estar presente na internet e oferecer a melhor experiência de consumo ao cliente.

 

 

 

 

 

 

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